Início / O movimento
Fontes: IBGE, Censo 2022 · Associação de Parteiras Tradicionais do Amazonas / Portal Amazônia
Fontes: IBGE · IBGE, Censo 2022 · Vigitel 2023, Ministério da Saúde
Fontes: IBGE, Censo 2022 · Sebrae, com dados da PNAD Contínua/IBGE
Fontes: IBGE, Censo Agropecuário 2017 · DNA do Brasil, Science 2025 · Berta F, dissertação de mestrado UNIFESP, PNS 2019
Fontes: DNA do Brasil, Science 2025 · ABAM / Iphan · IBGE, Censo 2022
Fontes: Observatório do Trabalho, Prefeitura de São Paulo (PNAD Contínua/IBGE) · DNA do Brasil, Science 2025
Fontes: IBGE, projeções e Censo 2022 · DNA do Brasil, Science 2025
A menopausa brasileira tem sotaque, tem CEP e território hormonal.
Fonte: Nunes K, Pereira AC, Pereira LV, Hünemeier T et al. Admixture's impact on Brazilian population evolution and health. Science, 2025. doi:10.1126/science.adl3564
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A pergunta parece simples. A resposta ainda está sendo construída. Por décadas, a menopausa ocupou um lugar discreto na conversa pública e, muitas vezes, na própria consulta: uma etapa que chegava, era reconhecida por seus sintomas mais evidentes e seguia sem que se perguntasse a que mulher, exatamente, ela estava chegando. Entre a última menstruação e a plenitude da vida adulta, cerca de 30 milhões de brasileiras atravessam a transição hormonal mais determinante da maturidade feminina, cada uma com seu terreno biológico, sua história, sua geografia. E muitas delas ainda saem da consulta com a sensação de que aquilo que sentem faz parte da idade, e não de um diagnóstico. Esse é o custo do silêncio.
Ser da idade não é resposta. É o ponto de partida de uma pergunta melhor.
O MYPAUSA nasceu dessa pergunta. Não de uma agenda comercial, não de uma tendência importada, mas de uma constatação feita no consultório, na escuta ativa de cada mulher: o Brasil ainda não conhecia a própria menopausa. A ciência que orientava a prescrição era sólida, mas tinha sido construída com pouca representação da mulher brasileira, em populações com outra mistura, outro clima, outra realidade de acesso e outro sistema de saúde. Faltava a peça brasileira desse conhecimento. Faltava a anamnese de pertencimento, aquela que pergunta de onde vem a mulher antes de decidir o que prescrever para ela.
Foi para responder a essa pergunta que o MYPAUSA passou a chamar de prescrição inteligente o raciocínio que já habita o bom consultório brasileiro e que só precisava de nome e de método: partir do terreno biológico de cada mulher, reconhecer o país que ela carrega e escolher o tratamento que cabe naquela história. Porque as menopausas do Brasil são plurais, regionais, étnicas, sociais, singulares. São 5 regiões, 27 estados, 1 país continente, e um único DNA, o brasileiro.
Prescrição inteligente não é receita pronta. É raciocínio clínico com sotaque brasileiro.
Não existe a menopausa da brasileira. Existem as menopausas das brasileiras.
O que começou como inquietação de consultório virou método, e o método virou rede. Hoje são mais de 1.000 médicos formados pelo MYPAUSA, presentes nos 27 estados, unidos por uma mesma forma de raciocinar: a que parte da mulher sentada à frente antes de qualquer decisão sobre o que prescrever.
Congressos, Summits, mentorias. O EMBRACE, primeiro registro nacional de menopausa do Brasil (NCT07005648), em curso nos 27 estados. Ciência brasileira selecionada para apresentação no Congresso Mundial da Sociedade Internacional de Menopausa em 2026 no Rio de Janeiro e discutida no Senado Federal. Cada frente tem sua própria página neste site. Todas respondem à mesma pergunta.
Reforma não é ruptura. É reconstrução sobre alicerce que existe. A saúde da mulher brasileira tem médicos de excelência, um sistema público de alcance continental e sociedades científicas respeitadas no mundo. Faltava um fio que costurasse tudo isso em torno da menopausa. O MYPAUSA é esse fio, em 4 frentes:
Formar quem prescreve.
Produzir evidência com sotaque.
Levar informação aonde ela ainda não chega.
Transformar conhecimento em política pública.
Que nenhuma mulher no Brasil chegue à segunda metade da vida sem ter sido escutada. Que todo médico brasileiro reconheça a menopausa quando ela entra no consultório, ainda que sem anunciar o nome. Que o mundo olhe para o Brasil quando quiser entender a menopausa de um país plural.
Um rascunho de legado escrito por 5 grandes regiões dentro de um único DNA, por 30 milhões de mulheres reais, com nome, rotina e história.
A menopausa brasileira tem sotaque.
Fonte: IBGE, Projeções da População, revisão 2024. Mulheres de 40 a 65 anos, ano de referência 2026.
Médica e pesquisadora · CRM-SP 151.126
Arquiteta do estudo EMBRACE, o primeiro registro nacional de menopausa do Brasil.
Há uma pergunta que Fabiane Berta faz desde o início da sua trajetória clínica: quem é a menopausa no Brasil? A resposta, decidiu construir com método, e é essa construção que se chama MYPAUSA.
Na Universidade Federal de São Paulo, sob orientação do Prof. Dr. Ivaldo Silva e com a participação da Science Valley Research Institute, sua dissertação de mestrado rastreou depressão em 15.734 mulheres brasileiras e mostrou que a prevalência não muda entre a fase reprodutiva e a pós-menopausa, mas o tratamento muda: mais medicação, menos psicoterapia, e um peso diferente em cada região do país. O trabalho foi selecionado para apresentação oral no Congresso Mundial da Sociedade Internacional de Menopausa de 2026, no Rio de Janeiro. Hoje conduz o doutorado na mesma instituição, sob a mesma orientação, com o EMBRACE Coorte São Paulo, recorte de centro único do registro nacional.
É a arquiteta do EMBRACE (MYPAUSA), registro nacional ativo nos 27 estados, coordenado pela Science Valley, criado para promover uma reforma nacional na saúde feminina que assegure acesso a inovações e tratamentos atualizados, impacte políticas públicas e privadas e respeite as diversidades regionais e as mulheridades do país. É coautora de ensaios clínicos e estudos populacionais publicados em revistas internacionais, entre eles Menopause e Annals of Medicine, e assinou ao lado da consultora legislativa Clarita Costa Maia o estudo do Senado Federal “Mudaram as Estações”, que levou a menopausa ao debate de política pública. A produção completa, com registros e publicações, está na página de Pesquisa.
Fundou o Instituto Fabiane Berta, onde a prescrição inteligente é prática diária, e o MYPAUSA, hoje um movimento de mais de 1.000 médicos formados pela reforma da saúde da mulher brasileira. É autora do conceito que assina cada palavra desse movimento: a menopausa brasileira tem sotaque.
Ginecologia e Obstetrícia, Santa Casa de São Paulo (FCMSCSP)
Medicina Fetal (FCMSCSP)
Ginecologia Endócrina (FCMSCSP)
Pós-graduada em Endocrinologia, Neurociências e Comportamento*
Mestre em Ciências em Ginecologia, UNIFESP/EPM
Doutoranda em Ciências, Departamento de Ginecologia, UNIFESP/EPM
Tese: EMBRACE Coorte São Paulo, recorte do registro nacional de menopausa
Investigadora Principal e Chefe do Steering Committee do Estudo EMBRACE (MYPAUSA), coordenado pela Science Valley Research Institute (ClinicalTrials.gov NCT07005648)
International Menopause Society (IMS) Clinical Colloquium 2026, Committee Member
Membro da Comissão do Médico Jovem, CREMESP
Science Medical Team, OB-GYN Specialist | Investigator, Key Opinion Leader, Fagron Brasil
*Resolução CFM 2.336/2023: não especialista.
Lido pela primeira vez na abertura do 3º Congresso MYPAUSA, em maio de 2026.
Milhares de médicos que decidiram respondê-la.